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Ai, se me tivessem dito! Se me dissessem, de antemão, que iríamos ver duas cobras, que escorregaríamos por um desfiladeiro feito de lama e raízes de árvores que se posicionam como corrimões de escada; se me dissessem que desceríamos pedras com o dobro do meu tamanho – para entrarmos em […]

Trekking na selva do Bornéu- ai se me tivessem falado ...


É verdade, durante a nossa viagem trabalhámos um mês numa homestay, na selva do Bornéu, na berma do rio sarawak, em troca de alojamento e alimentação. Muitos já terão ouvido falar no conceito de trabalho em viagem, é uma forma de reduzir os custos e aumentar a duração da mesma. […]

Trabalho em troca de alojamento – na selva do Bornéu


[E uma família, pode ganhar?] O ano passado quebrámos uma série de mitos: fomos viajar, em família, com uma criança pequena e até ousamos a Ásia. Criamos um blogue e, imaginem: contamos histórias – em vez de darmos dicas; introduzimos novos personagens que conhecemos em cada lugar – em vez […]

Blogger Travel Awards 2017 – Precisamos de vossa ajuda



Com que idade se tem uma primeira melhor amiga? Imagino que não haja uma idade certa, dependerá, talvez, do momento em que o coração está pronto para receber mais gente – para lá dos que estiveram sempre presentes, desde o primeiro dia. Mia, a Froya foi a tua primeira melhor […]

A primeira amiga da Mia, na selva do Bornéu


Perguntam-nos, com alguma frequência, qual a história mais louca, mais curiosa e, acrescentaríamos,  mais imprevisível e aventureira desta longa viagem – até agora é esta que partilhamos aqui, convosco: a nossa chegada ao Bornéu. Estávamos dentro do barco, no meio do rio Sarawak, um barco pequeno, com um motor pequeno. […]

Perdidos na selva do Bornéu


Salta – pára quando estiveres lá em cima -, guarda esse momento em que os pés não tocam o chão, esse em que estás suspensa no ar – que te segura sem te prender. Sabes quanto vale esse momento? Não digas nada, ouve. Olha-te e ouve-te aí, nesse lugar onde […]

À descoberta da Malásia, primeira paragem: George Town



Até aqui, em meses de viagem, um destino de praia ainda não tinha sido assinalado no nosso mapa. O mundo é bem mais do que estar ao sol e dar mergulhos, mas também é estar ao sol e dar mergulhos, por isso, deixamos as montanhas de Mae On e dirigimos-nos […]

Ilha de Koh Lanta, não fossem: o maldito ferri; ratos; ...


10, 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80, para lá de 80 pessoas das grandes e outros tantos pequenotes que, a avaliar pela sinfonia livre, julgo terem passado generosamente esse número! Obrigada: pela presença de todos. Pelos olhares carregados de carinho – de orgulho até, como se já fossemos parte […]

Depois da tertúlia – o coração cheio


Durante a nossa jornada pelo mundo foram muitos os que, à distância, nos acompanharam, perdemos conta às maravilhosas palavras, aos abraços, ao carinho e alento que sempre nos souberam fazer chegar. Recebemos muitos: obrigada por nos fazerem sonhar, obrigada por me terem dado a coragem de ser feliz, obrigada pela […]

Apresentação e Tertúlia Biblioteca Almeida Garrett



Fecha os olhos e ouve o meu coração, mamã.   [O Natal é casa e nós, no Natal passado, tínhamos deixado a nossa há quase 100 dias. Hoje, 24 de Dezembro, estamos em casa, e apesar do regresso não ser de hoje, hoje sente-se mais forte. A bagagem que trouxemos […]

O Natal do regresso a casa


Estamos a 10’000 Km da nossa terra natal. Será o nosso primeiro Natal na estrada, bem a norte da Tailândia, em Chiang Mai. O Natal é casa e nós tínhamos deixado a nossa há quase 100 dias, por isso, saberemos sempre situar este Natal, no calendário e no mapa. Um Natal sem bacalhau, sem frio. Um Natal sem a mesa do costume, sem os do costume. O Natal em que mudamos de mesa, de ceia, de rostos, de língua e, ainda assim, permanecemos nós, somos ainda mais nós, conhecemos-nos sempre um pouquinho mais e melhor quando saímos desse conforto da repetição.

Um Natal a 10’000 Km de casa


Alguém escolheu este lugar, bem a norte da Tailândia, para brincar aos deuses: construíram-se templos que depois se abandonaram; desenharam-se arco-íris nas fachadas das casas e deu-se a forma triangular a um pedaço de terra, fazendo-o ficar refém de 3 países: Tailândia, Myanmar e Laos.

Triângulo dourado



Às vezes, muitas vezes, as viagens não são apenas um novo lugar e a descoberta de coisas novas a cada instante. Encontrarmo-nos em casa, sentirmo-nos assim, em viagem, é talvez das melhores experiências que podemos ter. Foi assim em Chiang Rai, a Anne e o Vy foram uma espécie de família de acolhimento, com eles tivemos uma casa calorosa, lambidelas do Pompuee e da Browny, com chinelos desaparecidos pelo meio. Tivemos um jantar de aniversário e chorámos na despedida.

Chiang Rai – a mais setentrional das províncias na Tailândia


A Casa Preta dificilmente agradará a todos, mas esse objectivo também parece ter estado longe da vontade do autor quando o criou. Desperta a curiosidade, rasga com qualquer possibilidade de o descrever de forma neutra, atiça interpretações múltiplas - que dirão tanto do criador das obras quanto do criador das interpretações - e só por isso valeria a pena visitá-la.

A sombria e perturbadora CASA PRETA – Chiang Rai (Tailândia)


O templo mais belo da Tailândia. E se o nosso imaginário ganhasse mãos? E se as mãos do nosso imaginário moldassem o mundo, lhe dessem forma, como plasticina nas mãos de uma criança? E se as mãos – do nosso imaginário – se enchessem de pincéis, e os pincéis tivessem todas as cores e se todas se juntassem e formassem a cor da luz - aquela que reflecte todos os raios luminosos sem absorver nenhum. Branco. Tudo branco. Todo branco: assim é o Wat Rong Khun, assim, tal qual o artista Chalermchai Kositpipat o imaginou.

A magia do Templo Branco – Chiang Rai (Tailândia)