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Mercados: de rua; o novo mercado; o velho mercado; o mercado Ghandi; o mercado das flores. Os Sarees, as cores, as carteiras e sapatos, os brinquedos, as bananas, os caris, em todas as suas cores. Uma flor para a Mia. É a Índia a entrar-nos pelos olhos. Depois vem a […]

Bangalore: da tradicional tatuagem de henna à alta-tecnologia


  [E sei que hoje, como há quatro anos, vou trazer-te junto ao peito, vou ver-te bebé, acabada de nascer, vais pesar-me o peso que trazias quando te peguei pela primeira vez, vais ter os mesmos 50 cm, os mesmos cabelos negros, os mesmos lábios encarnado-vivo. E sei que hoje, […]

A casa cheia – 4 anos


Se não educarmos as nossas crianças em contacto com a natureza, ela será sempre algo que lhes é externo e estranho e nós nunca cuidamos, nem protegemos, o que não conhecemos. Por isso, se queremos adultos que valorizem e protejam a natureza será tempo de agir, enquanto pais, levá-lo até […]

Menina Mundo fala sobre a natureza e os incêndios florestais ...



1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10… Conta a Mia, conta o Pedro, no jogo do esconde esconde, contam com as mãos contra a pedra da casa, os olhos: ora fechados ora abertos à batota, os pés – pequenos e irrequietos – sobre as pedras da calçada. […]

Encantos de Portugal – Aldeia Histórica: Linhares da Beira


Comecemos por Margão – o lugar, não as especiarias, mas saibam desde já que era daqui que saíam as primeiras especiarias Margão que depois, já em Lisboa, eram embaladas em pequenos sacos. Margão é uma das mais antigas e a segunda maior cidade do estado de Goa. Agitação seria a […]

Margão e Pangim – Vivemos Goa assim


[Não baptizamos a Mia, por opção. Ainda antes de sermos pais já havíamos decidido que quando o fossemos não escolheríamos a religião dos nossos filhos. Não o fazemos porque entendemos que não temos o direito de escolher por ninguém, porque entendemos que se há algo que deve ser escolhido em […]

A Menina que nunca foi baptizada – pelas Igrejas de ...



[…e no salão de festas enchemos os espelhos longos com as danças de mãe e filha e eu juro que nos consegui ver vestidas à l’époque, no reflexo devolvido pelo espelho]. Sempre que vejo uma casa antiga, vazia, penso: como seria quando ainda era cheia? A vida, as paredes novas, […]

Nos passos da aristocracia portuguesa em Goa – A casa ...


Entrámos pela rua adentro, os passos parecem seguir os acordes da guitarra, o som ganha a rua – pela janela aberta. E eu não sei, porque as cortinas não deixam, mas é como se entrasse na casa e visse o senhor de bigode, com os seus 60 anos, a tocá-la. […]

Um bairro que é Portugal em Goa


 [O autocarro  Carmona – Margão – que aqui esperávamos – chegou, entrámos ] É um autocarro local, viajamos com e como fazem os locais. Não havia nenhum turista. Apenas nós, em família. O barulho, os solavancos do piso que ainda se faz de terra incerta, as janelas de vidros partidos, […]

A primeira viagem de autocarro na Índia



[Enquanto esperamos o autocarro para Pangim]. As ruas de terra servem-lhe perfeitamente nos pés. Quer entrar em todas as casas, como se fossem a casa dos avós. Aos rostos: sorri, como se os conhecesse a todos. Neste dia ela vestiu o seu vestido especial, o único que junta amarelo, laranja, […]

A nossa Portuguesinha em Goa


Quando falamos em Kuala Lumpur (KL) há quem ouça: Petronas twin towers . Enquanto preparávamos a nossa passagem por esta que é a capital e a maior cidade da Malásia, qualquer pesquisa sobre o que fazer, no tripadvisor ou semelhante, lembrava, nos seus números 1: as Petronas twin towers …por […]

Kuala Lumpur – a grande metrópole do sudeste asiático


Caranguejos-violinistas, porcos barbudos, serpente voadora do paraíso, macacos de cauda longa e macacos-narigudos, troncos que saem da água. Ainda que possa soar a personagens criados pela imaginação fértil de uma criança ou de qualquer banda desenhada, desenganem-se. Existem e moram aqui, no Bako National Park. Se tivéssemos de escolher um […]

Árvores que saem da água, crocodilos no mar e macacos-narigudos ...



São casas: como nós já não sabemos erguer – do chão. É um estar junto: como a maioria de nós já não sabe estar. Todos juntos, tão juntos como nos dias especiais, mas na ausência de datas que assinalem dias especiais. É dessa união que se fazem os dias, todos […]

Nos passos dos povos indígenas do Bornéu


E se trocássemos os relógios pelos moinhos, as rodas dentadas e os ponteiros pelo tempo a ser contado no atravessar da moega, pela passagem nas mós – movente e dormente; o tempo a ser água, a água da levada, que sabe sempre o caminho certo e quando parar. Foi isto […]

Desconectados das tecnologias – ligados à terra


Comprar o peixe fresquinho ao Sr. Armando – o peixeiro ambulante – que vem a buzinar pela rua fora, para anunciar a sua chegada das docas de Matosinhos. Escolher a fruta à Sra. Teresa, que traz a frutaria até nós e a carne ao Sr. Miguel, que passa todas as […]

Vamos estar desconectados – dias de campo